segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Atirador de eleite da Polícia Rodoviária Federal, sozinho, mata oito assaltantes na hora do assalto ao banco
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
Criança de um ano mata cobra com mordida no RS
Nesta domingo (1º), uma criança de um ano e cinco meses matou um filhote de cobra com uma mordida neste domingo em Mostardas, litoral do Rio Grande do Sul.
De acordo com o 'Zero Hora', a mãe do menino Lorenzo, Jaine Ferreira, relatou em entrevista à uma rádio local que o filho brincava no pátio quando o fato ocorreu, mas que não é comum o aparecimento de cobras na região urbana de Mostardas, onde eles vivem. Ela disse que o menino estava muito silencioso e que, quando foi verificar se algo havia acontecido, levou um susto ao encontrá-lo segurando a cobra, "faceiro".
"Eu estava dentro de casa. Ele entrou na sala com a cobra na mão e na boca, mordendo. Eu gritei para o meu marido. Lorenzo tinha sangue na boca e nas mãos. Eu acredito que ele pensou que era um brinquedo, pois ele estava faceiro com ela na boca", disse Jaine.
Ainda segundo a mãe, ela e o marido levaram rapidamente a criança até o hospital. O médico Gilmar Carteri, que atendeu o garoto, acredita que o menino não foi picado pois mordeu a cobra próximo da cabeça, o que impediu que o animal atacasse.
"Foi o menino que matou a cobra. Eu percebi que a criança não apresentava sinal de picada. A gente fez exames, todos deram negativo. A criança foi liberada para casa sob observação", disse.
O médico encaminhou fotos do animal morto, que possivelmente era um filhote de jararaca, para o Centro de Informações Toxicológicas do Estado.
De acordo com o 'Zero Hora', a mãe do menino Lorenzo, Jaine Ferreira, relatou em entrevista à uma rádio local que o filho brincava no pátio quando o fato ocorreu, mas que não é comum o aparecimento de cobras na região urbana de Mostardas, onde eles vivem. Ela disse que o menino estava muito silencioso e que, quando foi verificar se algo havia acontecido, levou um susto ao encontrá-lo segurando a cobra, "faceiro".
"Eu estava dentro de casa. Ele entrou na sala com a cobra na mão e na boca, mordendo. Eu gritei para o meu marido. Lorenzo tinha sangue na boca e nas mãos. Eu acredito que ele pensou que era um brinquedo, pois ele estava faceiro com ela na boca", disse Jaine.
Ainda segundo a mãe, ela e o marido levaram rapidamente a criança até o hospital. O médico Gilmar Carteri, que atendeu o garoto, acredita que o menino não foi picado pois mordeu a cobra próximo da cabeça, o que impediu que o animal atacasse.
"Foi o menino que matou a cobra. Eu percebi que a criança não apresentava sinal de picada. A gente fez exames, todos deram negativo. A criança foi liberada para casa sob observação", disse.
O médico encaminhou fotos do animal morto, que possivelmente era um filhote de jararaca, para o Centro de Informações Toxicológicas do Estado.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Senti que ia morrer, diz agente baleado 6 vezes por PM após abordagem
Vítima diz que ele e colega, que morreu na ação, não puderam se defender.
PM alega que ambos são suspeitos de furto e atiraram contra policiais.
Ribeirão e Franca / SP.
O agente penitenciário Lúcio Flávio de França, de 35 anos, baleado por policiais militares em uma suposta troca de tiros durante uma abordagem em São Carlos (SP) negou que ele e o companheiro de trabalho, Edson Honório Ferreira, de 46 anos, morto na ação, tenham atirado contra os PMs.
O sobrevivente disse que ambos faziam um bico como segurança e foram confundidos por suspeitos de furto. Já a Polícia Militar informou que a viatura chegou ao local, no bairro Jardim Embaré, para atender a ocorrência, foi recebida a tiros pelos agentes e revidou.
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“Eu senti que ia morrer. Ele não pegou a nossa funcional, pegou somente o armamento e trouxe para a viatura dele, e começou a cochichar entre todos os policiais. Então, naquele momento, eu pensei ‘é o fim mesmo’. E foi o que aconteceu, ele descarregou a metralhadora na gente”, afirmou.
Internado em um hospital em Ribeirão Preto (SP), França contou que, apesar de ter se apresentado como agente penitenciário, ao ser abordado pelos PMs, o sargento Marcos de Souza pegou os revólveres dele e de Ferreira, e atirou contra os dois.
O sargento da PM foi indiciado por homicídio e tentativa de homicídio. Segundo a Polícia Civil, ele confessou ter efetuado o disparo que matou Ferreira. Souza também foi afastado do policiamento ostensivo e está realizando serviços administrativos internamente, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP/SP).
O agente penitenciário Edson Honório Ferreira foi morto em setembro (Foto: Reprodução/ EPTV)
Agente penitenciário Edson Honório Ferreira foi morto em abordagem da PM (Foto: Reprodução/ EPTV)
Sem defesa
O caso ocorreu na madrugada do dia 6 de setembro. Segundo registro da PM, Ferreira e França foram abordados próximos a uma empresa de materiais de construção no Jardim Embaré, após denúncia anônima de furto. Ainda de acordo com a PM, Ferreira desceu do carro atirando, foi alvejado e morto.
França nega a versão, afirmando que em nenhum momento ele e o companheiro atiraram contra os policiais militares ou tiveram chance de se defender. O agente contou que os dois faziam bico como seguranças para uma empresa de telefonia e foram abordados no momento em que pararam o carro para ele urinar.
“Eu estava fora do carro e chegou a viatura só com o farol ligado, sem o giroflex aceso. Quando chegou na gente (sic), ela acendeu o giroflex e chegou outra viatura. Nesse momento aconteceu tudo: pediu para o meu parceiro descer, ele desceu, a gente se identificou como homem do estado, o que a gente fazia, onde estava o armamento e foi esse desfecho”, afirmou.
Saveiro usada pelos agentes penitenciários foi apreendida (Foto: Reprodução/EPTV)
Saveiro usada pelos agentes penitenciários foi apreendida (Foto: Reprodução/EPTV)
O agente disse ainda que explicou aos PMs que as carteiras de identificação funcional dele e de Ferreira estavam dentro do carro, mas os policiais não pegaram os documentos, apenas os revólveres calibre 38 que portavam.
“Um dos policiais foi até a nossa Saveiro, pegou o armamento nosso, levou para a viatura deles e, diante desse fato, eu acho que o sargento pegou a metralhadora e falou ‘pode correr porque vocês vão morrer’ e disparou, descarregou a metralhadora na gente”, relembrou.
Ferreira morreu no local. França foi atingido por seis tiros, foi internado na Santa Casa de São Carlos e depois transferido para um hospital em Ribeirão, cidade onde a família reside. O agente contou que sobreviveu porque se fingiu de morto.
“Eu escutei só o atirador falando que a adrenalina dele estava muito alta e mandou chamar o resgate. Eu não estou com medo porque quem fez essa lambança já está preso. Estou tranquilo, só penso na minha recuperação”, disse.
Investigação
A SSP/SP informou que um inquérito policial militar também foi instaurado para apurar o caso. "A investigação segue coletando provas para esclarecer a ocorrência e não serão passadas mais informações para não atrapalhar os trabalhos policiais", comunicou a pasta nota nesta quarta-feira (28).
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Projeto prevê registro grátis para compra da 1ª arma
Taxa de porte também cai de R$ 1.000 para R$ 300, segundo mudanças em estatuto
por Renata Mariz
Deputados na sessão qua aprovou flexibilização do Estatuto do Desarmamento - Divulgação / Câmara
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BRASÍLIA - O projeto que altera o Estatuto do Desarmamento prevê registro gratuito para a primeira arma do cidadão, que dá o direito à posse. E diminui em até 70% as taxas administrativas pagas atualmente para legalizar a arma. O valor para o porte, por exemplo, passa dos R$ 1.000 cobrados hoje para R$ 300, de acordo com a proposta.
O registro só será cobrado a partir da segunda arma. Seu valor, hoje de R$ 60, cai para R$ 50. Segundo o deputado Laudívio Carvalho (PMDB-MG), relator da matéria, a medida corrige abusos nas cobranças. “O substitutivo afasta a cobrança de valores extorsivos, que não só tornam proibitivo o acesso do cidadão de menor poder aquisitivo às armas de fogo como também representam uma forma ilícita de enriquecimento do Poder Público”, afirma Carvalho no relatório. E emenda: “Propõe-se que o cadastramento de armas seja sempre gratuito, buscando-se, com isso, aumentar o controle nesse sentido”.
O relatório aprovado na terça-feira, em comissão especial da Câmara, prevê ainda que, além do registro, todos os outros certificados necessários para garantir o porte serão gratuitos para quem se declarar pobre. Para comprovar essa condição, é preciso estar inscrito no Cadastro Único do governo federal para participação em programas sociais, além de apresentar documentos que comprovem a carência.
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DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS DIVIDIDA
De acordo com o projeto, será modificada também a forma de distribuição dos recursos arrecadados por meio das taxas administrativas cobradas pela Polícia Federal (que administra o sistema de armas de civis) e pelo Exército (que cuida do cadastro de militares).
Hoje, os recursos ficam com os dois órgãos, que são os únicos responsáveis pelo controle de armas no país. Pelo projeto, que abre a possibilidade de polícias militares e civis também atuarem no cadastro de armamento, os valores arrecadados seriam divididos com esses órgãos locais que participarem dos serviços prestados.
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Se, por um lado, o relatório diminui a arrecadação ao derrubar o valor das taxas, é generoso quanto aos valores pagos pela entrega voluntária de armas. Hoje, a indenização para o cidadão varia de R$ 150 a R$ 450, dependendo do tipo de armamento. Pelo projeto, vai de R$ 200 a R$ 1.000.
Apesar do incentivo à entrega voluntária de armas, com o aumento da indenização paga pelo governo, o projeto proíbe que o Poder Público celebre convênios para fazer campanhas de desarmamento. Com a nova regra, ficam inviáveis as parcerias feitas com organizações não-governamentais, igrejas e outras entidades, que são participantes ativas de mobilizações bem-sucedidas no país.
A comissão da Câmara que aprovou o relatório terá ainda que apreciar destaques de deputados contrários à matéria. Depois disso, o texto deve ser encaminhado ao plenário. Se aprovado, será remetido ao Senado, onde o relatório foi alvo de críticas ontem, tanto por parlamentares governistas quanto da oposição.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/projeto-preve-registro-gratis-para-compra-da-1-arma-17909729#ixzz3pzQZHTI6
© 1996 - 2015. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Hoje, os recursos ficam com os dois órgãos, que são os únicos responsáveis pelo controle de armas no país. Pelo projeto, que abre a possibilidade de polícias militares e civis também atuarem no cadastro de armamento, os valores arrecadados seriam divididos com esses órgãos locais que participarem dos serviços prestados.
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Se, por um lado, o relatório diminui a arrecadação ao derrubar o valor das taxas, é generoso quanto aos valores pagos pela entrega voluntária de armas. Hoje, a indenização para o cidadão varia de R$ 150 a R$ 450, dependendo do tipo de armamento. Pelo projeto, vai de R$ 200 a R$ 1.000.
Apesar do incentivo à entrega voluntária de armas, com o aumento da indenização paga pelo governo, o projeto proíbe que o Poder Público celebre convênios para fazer campanhas de desarmamento. Com a nova regra, ficam inviáveis as parcerias feitas com organizações não-governamentais, igrejas e outras entidades, que são participantes ativas de mobilizações bem-sucedidas no país.
A comissão da Câmara que aprovou o relatório terá ainda que apreciar destaques de deputados contrários à matéria. Depois disso, o texto deve ser encaminhado ao plenário. Se aprovado, será remetido ao Senado, onde o relatório foi alvo de críticas ontem, tanto por parlamentares governistas quanto da oposição.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/projeto-preve-registro-gratis-para-compra-da-1-arma-17909729#ixzz3pzQZHTI6
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João 3:16
Bandido que matou soldado da Rotam é assassinado com 13 tiros
Homens encapuzados invadiram o hospital particular no bairro de
Fátima, para matar um paciente que estava internado sob custódia de
policiais militares e de um agente prisional. A “vítima”, Jaime Tomas
Nogueira Junior, 30 anos, foi morta com 13 tiros de pistola ponto 40, de
uso exclusivo da polícia, na entrada de uma das enfermarias do 2º andar
do prédio, por volta das 21 horas.
Jaime, vulgo“Pocotó”, foi detido após a morte do soldado da Rotam
Vítor Cézar de Almeida Pedroso, de 28 anos, morto durante uma troca de
tiros no domingo a noite. Segundo policiais que atenderam a ocorrência,
Jaime foi o responsável pelo disparo que matou o militar.
Testemunhas contaram que aos menos 20 homens encapuzados chegaram ao
hospital em motocicletas e estacionaram na entrada da travessa Castelo
Branco. Oito deles, com os rostos cobertos por capuzes e capacetes,
renderam seguranças e PMs, invadiram o hospital e executaram o assassino
do policial Pedroso. Ainda afirmaram que ao sair do hospital, os homens
encapuzados comemoraram do lado de fora e fugiram na contramão.Em nota, a Segup (Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social) confirmou a execução e informou que já foi iniciado o trabalho de investigação da Polícia Civil e Científica do Renato Chaves (CPC) sobre o caso.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Preciso de um celular novo... VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ! VOTA AÍ!...........kkkkkkkkkkkkkkkkk
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João 3:16
Pesquisa de campo sobre o Sistema Prisional
Prezado (a), bom dia!
O Sr. (a) está sendo convidado (a) como voluntário
(a) a participar da pesquisa “Sofrimento no trabalho: um
estudo sobre a saúde do trabalhador do Sistema Prisional do Estado de Minas
Gerais”. A pesquisadora Débora Calais estará hoje na sede do SINDASP-MG, entre 13h e 16h para conversar com alguns Agentes de Segurança Penitenciária.
Neste estudo pretende-se: desenvolver
algumas reflexões, em caráter preliminar, sobre o campo da saúde do trabalhador
em uma instituição pública estadual, tendo como cenário a realidade de trabalho
nas Unidades Prisionais do Estado de Minas Gerais; e, colher os sentidos e significados atribuídos
pelos trabalhadores aos eventos de seu trabalho que causam ou causaram
sofrimento e a interface destes com o trabalho que desempenham.
O motivo que leva a estudar este tema é a experiência de mais de cinco anos da pesquisadora trabalhando
dentro de Unidades Socioeducativas e Prisionais. Contudo, foi a inserção da
pesquisadora no Sindicato dos Servidores Públicos do Estado de Minas Gerais
primeiramente como filiada e militante e posteriormente, como Diretora Sindical.
A atuação no Sindicato possibilitou
conhecer um espaço pouco discutido dentro da Secretaria de Estado de Defesa
Social – a Saúde do Trabalhador - que emergiu frente ao crescente absenteísmo
nas Unidades Prisionais decorrente do adoecimento do trabalhador e poucas ações
da Diretoria de Saúde do Servidor da Secretaria de Estado de Defesa
Social frente ao cuidado com seu servidor.
Desta
forma, o estudo proposto é fruto das indagações e incômodos surgidos a partir
dessa atuação de luta perante a qualidade de vida do trabalhador que atua
dentro do Sistema Prisional de Minas Gerais. Por não encontrar neste campo de
saberes e práticas, reais possibilidades de assistência integral à saúde dos
trabalhadores busco com esse estudo equacionar melhor as inquietações trazidas
por estes servidores.
Para
este estudo adotar-se-á os seguintes procedimentos: pesquisa bibliográfica e pesquisa de campo. A pesquisa in loco
será realizada com os Agentes Penitenciários. O instrumento de coleta de dados
versará de questionário estruturado. O produto das entrevistas será analisado
de forma qualitativa à luz do referencial teórico.
Para
participar deste estudo você não terá nenhum custo, nem receberá qualquer
vantagem financeira. Você será esclarecido (a) sobre o estudo em qualquer
aspecto que desejar e estará livre para participar ou recusar-se a participar.
Poderá retirar seu consentimento ou interromper a participação a qualquer
momento. A sua participação é voluntária e a recusa em participar não
acarretará qualquer penalidade ou modificação na forma em que é atendido pelo
pesquisador
O
pesquisador irá tratar a sua identidade com padrões profissionais de sigilo.
Os
resultados da pesquisa estarão à sua disposição quando finalizada. Seu nome ou
o material que indique sua participação não será liberado sem a sua permissão.
O
(A) Sr (a) não será identificado em nenhuma publicação que possa resultar deste
estudo.
RESUMO:
Identifica-se
no Sistema Prisional um alto índice de absenteísmo sofrimento advindo
do trabalho. Assim o presente estudo pretende desenvolver algumas
reflexões, em caráter preliminar, sobre o campo da saúde do trabalhador
em uma instituição pública estadual, tendo como cenário a realidade de
trabalho nos Sistemas Prisionais do Estado de Minas Gerais. Tendo como
mediador espaços de luta dos Agentes Penitenciários, os sindicatos. O
principal objetivo deste trabalho será compreender os sentidos e
significados que os trabalhadores das Unidades Prisionais dão ao seu
sofrimento e as relações entre estas formas de sofrimento e o trabalho
que realizam. Desta forma, intenciona-se pesquisar o cerne destas
ausências mergulhando na origem e no processo deste adoecer
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26 de out (Há 1 dia)
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